terça-feira, 12 de janeiro de 2016

doppelgänger


10 comentários:

  1. invariavelmente, o Calvin acaba sempre por nos representar ;)

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  2. Por haver muitos Calvin, é que nos fodemos todos, essa é que é!


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  3. Não acho que seja sempre "que se foda", só às vezes e por breves instantes, porque depois inevitavelmente voltámos atrás e voltámos a nos importar. Com tudo :)

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  4. O vernáculo pode ser uma terapia muito eficaz :)

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    1. É uma terapia eficaz e defendo-o há anos, tenho mesmo a certeza de que nos roubaram, com a, err, Educação, parte integrante da aprendizagem (felizmente, faz-se por outras vias :). No meu entender mui avisado, trata-se da Função descompressora da linguagem, que entretanto a ciência veio comprovar, com exemplos corriqueiros do quotidiano (sabendo nós que existem outros de mais gravosa envergadura), como soltar um belo Foda-se! a bold, sublinhado e de contorno a vermelho obtido através da mais pura cochonilha quando, por ex., entalamos um dedo na Filha da Puta daquela gaveta ordinária que não sabe o seu lugar, ó Caralho!

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    2. Mas que linguagem de merda é esta, porra???

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