sábado, 1 de setembro de 2012

sepulto

na noite que já caiu, sepulto a cabeça na almofada, sem remorsos ou honra, sem penas que sumaúma é mais barata... atirado pelo cansaço, batido pelo tapete, fecho os olhos às imagens, e no vagar, sinto o corpo assentar poemas de amor pelo colchão...

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