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Este texto é apenas e meramente uma história de ficção. Qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real, terá sido mera coincidência.   Sr. Polvo acordara certamente com os tentáculos de fora. Embora o dia estivesse a começar, já havia motivos de sobra para dar meia-volta e regressar à toca, dando a jornada como terminada. Aquele maldito horóscopo bem que o tinha avisado.: “Cuide-se, não deixe a sua concha, não se meta onde não é chamado e sobretudo, não escolha lados, deixe afundar”, mas achou que era tudo uma treta pegada, como se a posição de meia dúzia de astros no céu, pudessem de algum modo prejudicar a sua pacata vida. Pois bem, tudo começou ainda no transporte para a cidade, quando deu pela falta dos óculos em frente aos seus olhos. Como é que isso é possível? Barafustou consigo próprio, lamentando não conseguir prosseguir a leitura dos Irmãos Kamarõez do Dostoievski. Quando chegou ao trabalho, as coisas complicaram ainda mais. Para além de lhe faltare

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